sábado, 27 de abril de 2019

*Separando os Kafirs dos muçulmanos*

por Bill Warner
Quando o grupo jihadista al Shabaab da Somália atacou o shopping no Quênia, eles reuniram a multidão e perguntaram quem eram muçulmanos e os deixou sair. De acordo com a mídia, eles então começaram a matar os não-muçulmanos que ficaram. Mas “não-muçulmanos” não a palavra que os terroristas teriam usado. Não, eles os chamaram de Kafirs (na verdade eles os chamaram pelo plural árabe de kafir, kuffar. Kafirs é a forma padrão do plural em inglês).
Por que os membros da al Shabaab fizeram isso? Por que eles pediram aos muçulmanos para sair e seguraram os Kafirs e começaram a matá-los? Vamos começar com a palavra terroristas. Os membros da al Shabaab não são terroristas, são jihadistas ou mujahedeen. É a forma que eles chamam a si mesmos.
Então, que diferença faz as que palavras usamos? Não muçulmanos ou Kafir? Terroristas, militantes, jihadistas ou mujahedeen? Isso faz toda a diferença do mundo. Você não pode pensar com precisão com palavras imprecisas e um Kafir é muito mais do que não muçulmano.
A palavra "não-muçulmano" não implica nada, exceto não ser um crente do Islã.
Kafir, por outro lado, tem enormes implicações. Kafir é a verdadeira palavra que o Alcorão usa para um não muçulmano. De fato, uma das muitas coisas notáveis sobre o Alcorão é que mais de metade do texto é dedicado ao Kafir. Pense nisso: a maior parte do Alcorão não é sobre como ser muçulmano, mas sobre o Kafir. Cada verso sobre o Kafir não é apenas ruim, mas horrível. Allah odeia Kafirs e conspira e planeja contra eles. Os castigos mais cruéis aguardam o Kafir no inferno, mas quem se preocupa com isso? O verdadeiro problema é o que é prometido ao Kafir nesta vida: tortura, ódio, morte, ridicularização, estupro, escravidão, dominação política e engano.
É o mesmo com os mujahedeen ou jihadistas em oposição a militantes ou terroristas. As palavras militantes ou terroristas não dizem nada sobre a motivação do militante ou do terrorista, apenas que eles estão usando a violência.
Note que as palavras não-muçulmanos e terroristas não estão relacionadas entre si; elas permanecem sozinhas. Não há implicação de uma para a outra. Mas isso não é verdade sobre as palavras Kafir e jihad. A Jihad só é realizada contra Kafirs. A Jihad implica Kafir e vice-versa.
Jihad e Kafir fazem parte de um sistema de política islâmica. Mohammed pregou a religião do Islã por 13 anos e conquistou 150 seguidores. Quando ele se voltou para política e a Jihad, ele morreu como governante de toda a Arábia, e todo árabe era muçulmano. A religião do Islã foi um fracasso, e o Islã triunfou com o uso da política e da Jihad, a guerra contra o Kafir.
A doutrina islâmica é encontrada no Alcorão, na Sunna (Maomé) e na Sharia e divide toda a humanidade em muçulmanos e Kafir. Não há meio termo. Infelizmente, os líderes Cristãos e Judeus compraram na ficção que são todos O Povo do Livro e que são irmãos na religião. Quando você lê as “finas letras” (como nenhum deles leu, sendo ignorante profissionais), você descobre que eles são irmãos em Abraão, que devem ser subjulgados politicamente e religiosamente, mas isso é um pequeno detalhe.
Se Jihad, mujahedeen e Kafir são doutrina islâmica pura, agora podemos entender por que a mídia se recusa a usar as palavras corretas que os muçulmanos usam - é muito horrível para contemplar. Não estamos apenas tendo eventos terroristas independentes, como no Shopping West Gate em Nairobi, no Quênia ou na bomba da Maratona de Boston; Estamos no meio de uma guerra entre civilizações com um inimigo histórico - um inimigo que está ganhando porque estamos em um estado de negação total.
Publicado como artigo no American Thinker.
Fonte:
Tradução Walson Sales.

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