domingo, 20 de dezembro de 2020

Deus e os Astrônomos


Por Hugh Ross

 

A descoberta desse grau de design no universo está tendo um profundo impacto teológico nos astrônomos. Como já observamos, Hoyle conclui que "um superinteleto mexeu com a física, bem como com a química e a biologia",[306] e Davies deixou de promover o ateísmo[307] para admitir que "as leis [da física] ... parecem que são o produto de um projeto extremamente engenhoso.”[308] Ele ainda testemunha:

 

[Há] para mim evidências poderosas de que há 'algo acontecendo' por trás de tudo. A impressão de design é avassaladora.[309]

 

Parece que alguém ajustou os números da natureza para criar o Universo. O astrônomo George Greenstein, em seu livro The Symbiotic Universe, expressou o seguinte:

 

À medida que examinamos todas as evidências, surge insistentemente o pensamento de que alguma agência sobrenatural - ou melhor, Agência - deve estar envolvida. É possível que de repente, sem intenção, tenhamos tropeçado em uma prova científica da existência de um Ser Supremo? Foi Deus quem interveio e, de forma providencial, criou o cosmos para nosso benefício?[310]

 

Tony Rothman, um físico teórico, em um artigo de nível popular sobre o princípio antrópico (a ideia de que o universo possui características estreitamente definidas que permitem a possibilidade de um habitat para os seres humanos) concluiu seu ensaio com as seguintes palavras:

 

O teólogo medieval que contemplou o céu noturno pelos olhos de Aristóteles e viu anjos movendo as esferas em harmonia, tornou-se o cosmólogo moderno que olha o mesmo céu pelos olhos de Einstein e vê a mão de Deus não nos anjos, mas nas constantes da natureza ... Quando confrontado com a ordem e a beleza do universo e as estranhas coincidências da natureza, é muito tentador dar o salto da fé da ciência para a religião. Tenho certeza de que muitos físicos desejam. Eu só gostaria que eles admitissem.[311]

 

Em um artigo de revisão sobre o princípio antrópico publicado na revista Nature, os cosmólogos Bernard Carr e Martin Rees afirmam em seu resumo: "A natureza exibe coincidências notáveis e estas endorsam alguma explicação."[312] Carr em um artigo mais recente sobre o O princípio antrópico continua:

 

Seria preciso concluir que ou as características do universo invocadas em apoio ao Princípio Antrópico são apenas coincidências ou que o universo foi de fato feito sob medida para a vida. Deixo para os teólogos a tarefa de averiguar a identidade do alfaiate![313]

 

O físico Freeman Dyson concluiu seu tratamento do princípio antrópico com: “O problema aqui é tentar formular alguma declaração sobre o propósito final do universo. Em outras palavras, o problema é ler a mente de Deus.”[314] Vera Kistiakowsky, física do MIT e ex-presidente da Associação de Mulheres na Ciência, comentou:“A ordem primorosa exibida por nosso conhecimento científico do mundo físico aponta para o divino.”[315] Arno Penzias, que dividiu o prêmio Nobel de Física pela descoberta da radiação cósmica de fundo, observou:

 

A astronomia nos leva a um evento único, um universo que foi criado do nada, um universo com o próprio equilíbrio delicado necessário para fornecer exatamente as condições necessárias para permitir a vida, e um universo que tem um plano subjacente (pode-se dizer "sobrenatural").[316]

 

Anos antes da queda do comunismo, Alexander Polyakov, um teórico e membro do Instituto Landau de Moscou, declarou:

 

Sabemos que a natureza é descrita pela melhor de todas as matemáticas possíveis porque Deus a criou. Portanto, há uma chance de que a melhor de todas as matemáticas possíveis seja criada a partir das tentativas dos físicos de descrever a natureza.[317]

 

O famoso astrofísico chinês Fang Li Zhi e seu co-autor, o físico Li Shu Xian, escreveram recentemente: “Uma questão que sempre foi considerada um tópico de metafísica ou teologia, a criação do universo, agora se tornou uma área de pesquisa ativa na física.”[318]

No filme de 1992 sobre Stephen Hawking, A Brief History of Time, colega de Hawking, o ilustre matemático Roger Penrose, comentou: “Eu diria que o universo tem um propósito. Não está lá apenas por acaso.”[319] O colega de Hawking e Penrose, George Ellis, fez a seguinte declaração em um artigo apresentado na Segunda Conferência de Veneza sobre Cosmologia e Filosofia:

 

O incrível ajuste fino ocorre nas leis que tornam essa [complexidade] possível. A compreensão da complexidade do que é realizado torna muito difícil não usar a palavra “milagroso” sem tomar uma posição quanto ao status ontológico dessa palavra.[320]

 

O próprio Stephen Hawking admite:

 

Seria muito difícil explicar por que o o universo deveria ter começado exatamente desta maneira, exceto como o ato de um Deus que pretendia criar seres como nós[321]

 

O cosmólogo Edward Harrison faz esta dedução:

 

Aqui está a prova cosmológica da existência de Deus - o argumento do design de Paley - atualizado e remodelado. O ajuste fino do universo fornece evidências prima facie de design deísta. Faça sua escolha: acaso cego que requer multidões de universos ou design que requer apenas um. ... Muitos cientistas, quando admitem suas opiniões, inclinam-se para o argumento teleológico ou do design.[322]

 

Allan Sandage, vencedor do prêmio Crafoord de astronomia ( equivalente ao prêmio Nobel), observou: “Acho bastante improvável que tal ordem tenha surgido do caos. Tem que haver algum princípio de organização. Deus para mim é um mistério, mas é a explicação para o milagre da existência, por que há algo em vez de nada[?].”[323] Robert Griffiths, que ganhou o prêmio Heinemann em física matemática, observou:“Se precisarmos de um ateu para um debate, eu vou para o departamento de filosofia. O departamento de física não é muito útil.”[324] Talvez o astrofísico Robert Jastrow, um autoproclamado agnóstico,[325] tenha descrito melhor o que aconteceu com seus colegas quando mediram o cosmos:

 

Para o cientista que viveu por sua fé no poder da razão, a história termina como um pesadelo. Ele escalou as montanhas da ignorância; ele está prestes a conquistar o pico mais alto; enquanto ele escala a pedra final, ele é saudado por um bando de teólogos que estão sentados lá há séculos.[326]

 

Em todas as minhas conversas com aqueles que fazem pesquisas sobre as características do universo, e em todas as minhas leituras de artigos ou livros sobre o assunto, ninguém nega a conclusão de que de alguma forma o cosmos foi criado para torná-lo um habitat adequado para a vida. Astrônomos por natureza tendem a ser independentes e iconoclastas. Se houver oportunidade para desacordo, eles a agarrarão. Mas quanto à questão do ajuste fino ou da elaboração cuidadosa do cosmos, as evidências são tão convincentes que ainda não ouvi falar de qualquer dissidência.

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Fonte:

ROSS, Hugh. The Creator and the Cosmos: How the Greatest Scientific Discoveries of the Century Reveal God. Colorado Springs, Colo.: NavPress, 2001, pp 144-147

Tradução Walson Sales

Traduzindo trechos e buscando editoras interessadas nas publicações.“Examinaitudo. Retende o bem.” I TS 5:21.

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Notas:

[306] Hoyle, “The Universe,” 16.

[307] Paul Davies, God and the New Physics (New York: Simon & Schuster, 1983), viii, 3–42, 142–143.

[308] Paul Davies, Superforce (New York: Simon & Schuster, 1984), 243.

[309] Paul Davies, The Cosmic Blueprint (New York: Simon & Schuster, 1988), 203; Paul Davies, “The Anthropic Principle,” Science Digest 191, no. 10 (October 1983), 24.

[310] George Greenstein, The Symbiotic Universe (New York: William Morrow, 1988), 27.

[311] Tony Rothman, “A ‘What You See Is What You Beget’ Theory,” Discover (May 1987), 99.

[312] Carr and Rees, 612.

[313] Carr, 153 (emphasis in the original).

[314] Freeman Dyson, Infinite in All Directions (New York: Harper and Row, 1988), 298

[315] Henry Margenau and Roy Abraham Varghese, ed., Cosmos, Bios, and Theos (La Salle, IL: Open Court, 1992), 52.

[316] Margenau and Varghese, ed., 83.

[317] Stuart Gannes, Fortune 13 October 1986, 57.

[318] Fang Li Zhi and Li Shu Xian, Creation of the Universe, trans. T. Kiang (Singapore: World Scientific, 1989), 173.

[319] Roger Penrose, in the movie A Brief History of Time (Burbank, CA: Paramount Pictures Incorporated, 1992).

[320] George F. R. Ellis, 30.

[321] Stephen Hawking, A Brief History of Time (New York: Bantam Books, April 1988), 127.

[322] Edward Harrison, Masks of the Universe (New York: Collier Books, Macmillan, 1985), 252, 263.

[323]John Noble Wilford, “Sizing Up the Cosmos: An Astronomer’s Quest,” New York Times, 12 March 1991, B9.

[324]Tim Stafford, “Cease-fire in the Laboratory,” Christianity Today, 3 April 1987, 18.

[325]Robert Jastrow, “The Secret of the Stars,” New York Times Magazine, 25 June 1978, 7.

[326]Robert Jastrow, God and the Astronomers (New York: W. W. Norton, 1978), 116.

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

A LUTA ETERNA POR JERUSALÉM – Jerusalém no contexto atual!


POR LEONARDO MELO.


INTRODUÇÃO.


O nosso adversário sabe das implicações teológicas que Israel e especificamente  Jerusalém tem nos tempos finais. Sabe da importância deste país e cidade para a escatologia Bíblica. Todo o cenário final  dos fins do tempo se desenrolarão no Oriente Médio. A profecia Bíblica aponta para essa região geográfica do mundo, isto é o centro do mundo. Há uma reivindicação terrível pela posse e controle de Jerusalém. Alguns representantes da Igreja Católica a considera a capital espiritual do mundo e tem o apoio político das Nações Unidas. Ela também tem sua importância sem precedentes para os muçulmanos, especificamente os islamita. A consideram sagrada e pertencente ao Islã. As profecias Bíblicas são notáveis em sua essência, porque ela descreve para cada momento da história da humanidade em detalhes como os eventos se desenrolarão, com uma precisão descomunal. O que nos chama atenção e atesta a veracidade da Palavra de Deus é que as profecias chegado seu tempo de cumprimento literalmente e fielmente se cumpriram. É como afirmou Josué: “E eis que vou hoje pelo caminho de toda a terra; e vós bem sabeis, com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma, que nem uma só palavra falhou de todas as boas coisas que falou de vós o Senhor vosso Deus; todas vos sobrevieram, nenhuma delas falhou”, Josué 23.14.


E em relação especificamente, também tem tido seu fiel cumprimento. Observem o que diz  o profeta da reconstrução, Zacarias: “Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém”, Zc. 12.2. É razoável entendermos que literalmente esta profecia vem sendo cumprida e hoje ela é uma realidade latente. Há uma disputa atualmente de maneira explícita e de forma implícita por Jerusalém. As principais autoridades governamentais do mundo e os altos mandatários da ONU, assim como, as autoridades eclesiástica da Igreja Católica Romana avocam para a comunidade internacional e não Israel, o controle irrestrito sobre Jerusalém. Será o ponto nevrálgico durante a grande tribulação, pois, o anticristo desejará governar o mundo a partir de Jerusalém.


JERUSALÉM E A GEOPOLÍTICA INTERNACIONAL.


No cerne da problemática sobre o controle efetivo de Jerusalém, está não só a influência política exercendo uma pressão demasiada sobre o primeiro ministro de Israel, mas também a de considerar a situação de cunho religioso, pois, os Católicos Romanos, através do Vaticano e os Muçulmanos avocam o direito sobre Jerusalém, mas também sobre Israel. Só o fato da maioria esmagadora dos países membros das nações Unidas não reconhecerem Jerusalém como a capital de Israel já demonstra a insatisfação mundial pelo controle de Israel sobre Jerusalém; o não reconhecimento já  demonstra os sentimentos antagônicos que eles nutrem por Jerusalém estar sob domínio israelense, uma rejeição não-velada. Biblicamente e Historicamente não só Jerusalém, mas o território israelense pertencem de fato e de direito á Israel. foi uma promessa eterna que Hashem fez a Abrão: “Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei”. “E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção”. “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Gênesis 12.1-3. ”Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre”, Gênesis 13.15, Nm. 26.53,55; Nm. 34.18,29; Js. 13.6, 19.49; Sl. 135.12; Jr. 3.18; Ez. 48.29; Jl. 3.2, ss


Não há como a Autoridade Palestina nem as nações que compõem a Liga Árabe reivindicar a terra israelense  como possessão sua. Percebemos claramente que a guerra por Jerusalém e todo o Israel é espiritual. Por traz de toda essa estratagema estar a influência do nosso adversário-mor: Satanás. A OLP, O Hamas, o Hezbollah e demais grupos terroristas de origem islâmica promovem uma guerra silenciosa sem tréguas contra a nação israelense e em alguns momentos, uma guerra ruidosa. Sempre no cenário geopolítico mundial, o povo palestinense aparecem como coitadinhos, vitimados pelo ódio israelense, contra “um povo indefeso”...


A política do boicote, desinvestimento e sanções, na sigla em inglês[BDS- Boycott, Divestment, Sanctions] já fala por sí. A intenção é asfixiar e eliminar a nação israelense, não importa as armas, se legítimas ou não. A  situação é tão inconsequente que as crianças palestinenses logo em tenra idade já são ensinadas a odiarem e desprezarem os judeus, considerando-os como porcos e sem pátria. Os palestinenses não querem paz nem fazer concessões por terras, querem sim, a eliminação total de Israel como nação, como eles afirmam: “varrer Israel do mapa”. Eles já demonstraram que não estão interessados em acordos. ONGs e as Nações Unidas despejam  milhares de milhões de dólares anualmente para seu governo. Um percentual pequeno de  recursos são destinados a infra-estrutura do país de forma geral. O maior percentual é para aquisição de armas de guerra e treinamentos para os soldados guerrearem contra Israel. enquanto, a população sofre. A intenção na realidade do presidente da [“Palestina”] causa Palestina, Mahmoud Abbas é manter a situação da maioria da população como refugiados, afim de atraírem os olhos das nações da ONU para sua situação de calamidade, receber donativos, principalmente financeiro e culpar a Israel por tal situação. Histórica e geograficamente não há um povo ou nação palestinense. logo  após a conquista da terra pelos israelenses, a terra de Canaã, a mesma  não era habitada por palestinos, mas pelos queneu, quenezeu, cadmoneu, heteu, perizeu, refains, amorreu, cananeu, girgaseu e o jebuseu, conforme Gênesis 15.19-21. Os povos originários da época já nem existem mais, nem há vestígios de que deixaram alguma descendência. Há um entendimento que possivelmente exista uma ligação ou identificação  do nome “palestina”, com um povo que habitava as terras costeiras de Canaã,  os filisteus e a localidade e a região era conhecida como Filistina. Na realidade é uma tentativa frustradas de árabes, egípcios, e muçulmanos de alguma forma ligar a terra israelense aos palestinos, afim de legitimar sua reivindicação como dono da terra de Israel. os árabes sabem da importância de Israel no cenário político-econômico mundial. Conhecem a importância de Jerusalém como capital de Israel e sua importância para a cristandade. Não é Medina nem Meca que Deus elegeu como sua cidade terrestre e que descerá dos céus, mas Jerusalém, como  louva o salmista: “Coisas gloriosas se dizem de ti, ó cidade de Deus[Jerusalém]”.. (Selá.). Salmos 87.3.

o evangelista Mateus tem essa percepção de que Jerusalém não pertence a homem algum , mas ao Grande Deus:“[...] nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei”, Mateus 5.35. Zacarias afirma profeticamente que o Senhor Yahweh reinará em Jerusalém: “Assim diz o Senhor: Voltarei para Sião, e habitarei no meio de Jerusalém; e Jerusalém chamar-se-á a cidade da verdade, e o monte do Senhor dos Exércitos, o monte santo”, Zc. 8.3.A grande questão é que o adversário sabe que Jesus é judeu, vai voltar para os judeus na sua segunda vinda para livrá-los e os judeus possuirão a terra e reinarão a partir de Israel sobre todo o mundo. E Jerusalém será a grande capital do mundo administrada e governada pelo grande Yeshua, por isso todo esse ódio contra os israelenses.


Jerusalém atualmente é motivo mais uma vez de discussão e discórdia, principalmente no mundo árabe e na comunidade internacional, porque o primeiro ministro israelense Benjamim Nethanyahu avoca para Israel, Jerusalém como sua capital em substituição á Tel Aviv.. A maioria dos países majoritariamente infelizmente não apoiaram essa justa decisão do primeiro ministro israelense e não a reconhecem como capital de Israel. Os EUA reconheceram Jerusalém como capital de Israel, e também  a Guatemala, o Brasil sinalizou um apoio. A questão é que os palestinos há setenta anos reivindica Jerusalém como sua capital, no lugar de Ramala. E o pior é que tem o apoio das principais nações do mundo, excetuando Estados Unidos, Guatemala e possivelmente Brasil. É lamentável que quase todos os países do mundo considere uma violação ao direito internacional a elevação do status de capital do Estado judeu. à cidade de Jerusalém.


CONCLUSÃO.


Sabemos que Israel com sua capital Jerusalém será o ponto nevrálgico do mundo pós-arrebatamento. O cálice de tontear a terra, não só é para este momento, mas, também durante a grande tribulação. A ambição do antiCristo e todos os que o apoiam é de reinar sobre o mundo a partir de Israel e governá-lo de Jerusalém. É exterminar Israel, varrer Israel do mapa. Ele, Satanás fará isto, quando quebrar o pacto de paz que fará com Israel. Na metade da segunda semana[3,1/2 anos] de sete anos predita por Daniel em seu livro, A Besta que emerge do mar e que é o próprio antiCristo iniciará uma terrível guerra contra os judeus, todavia não irão prevalecer, o Eterno enviará seu Filho e derrotará Satanás e as nações do mundo que se levantarão contra Israel, II Tessalonicenses 2.8 “[...]a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda”;


Enfim, Jerusalém, será ainda motivo de muitas discórdias, discussões e conflitos entre as nações, O Vaticano e a ONU, como profetizado pelo profeta Zacarias 12.2a “Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, [...]”, pois, esses organismos entendem que Jerusalém tem que ser internacionalizada e não pertencer de fato e de direito á Israel, ela tem que pertencer a comunidade internacional. O   mundo muçulmano também reivindica o status de Jerusalém como sua capital. Porém, quem vai prevalecer será a vontade do Eterno. O que estar determinado será feito como Deus determinou e toda a história da humanidade terá um fim conforme os desígnios e propósitos de Deus.


FONTE.


1. HUNT, Dave. Jerusalém – um Cálice de Tontear. As Profecias sobre a Cidade Santa. Trad. Carlos O. Pinto. R. G. do Sul. 1999. Actual editora. 436 pg.


2. CHAPMAN, Colin. De quem é A Terra Santa – o contínuo conflito entre Israel e a Palestina. Trad. Valéria L. D. Fernandes. M.G./Veçosa. 2017. Ultimato. 454 pg.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

BIG BANG - A BÍBLIA ENSINOU PRIMEIRO! - Quais as implicações da Teoria do Big Bang para o relato Bíblico da Criação?



Por Hugh Ross


Nota: Este capítulo foi composto por sugestão e com a assistência do Dr. John Rea, professor emérito de Antigo Testamento na Regent University, Virginia Beach, Virginia.


A maioria dos livros de ciências sobre cosmologia credita a Arno Penzias e Robert Wilson a descoberta de que o universo começou com um evento de criação fervente chamado de big bang. Embora tenham sido os primeiros (1965) a detectar a radiação remanescente do evento da criação,[6] eles não foram os primeiros cientistas a reconhecer que o universo está se expandindo a partir de um início extremamente quente e compacto. Em 1946, George Gamow calculou que apenas um universo em expansão a partir de um início quase infinitamente quente poderia explicar a abundância de elementos existentes.[7] Em 1929, observações feitas por Edwin Hubble estabeleceram que as velocidades das galáxias resultam de uma expansão geral do universo.[8] A partir de 1925, Abbé Georges Lemaître, que era astrofísico e padre Jesuíta, foi o primeiro cientista a promover a ideia de um evento de criação a partir do big bang.[9] 

A primeira evidência científica teórica para um universo que surge do big bang ocorreu em 1916. Foi neste ano que Albert Einstein observou que suas equações na área da relatividade geral previam um universo em expansão.[10] Não querendo aceitar o início cósmico implícito em tal expansão, Einstein alterou sua teoria para se alinhar com a sabedoria comum de seus dias. Ele então manteve um universo eternamente existente.[11] 


Reivindicações Bíblicas para um Início Cósmico Transcendente 


Todos esses cientistas, entretanto, foram ofuscados em pelo menos 2.500 anos antes por Jó, Moisés, Davi, Isaías, Jeremias e outros autores da Bíblia. Os profetas e apóstolos da Bíblia declararam explícita e repetidamente as duas propriedades mais fundamentais do big bang, um início cósmico transcendente em um período finito de tempo passado e um universo sujeito a uma expansão geral contínua. Em Isaías 42: 5, ambas as propriedades foram declaradas: “Assim diz o Senhor: Aquele que criou os céus e os estendeu.” 

O verbo Hebraico traduzido como “criou” em Isaías 42: 5 é bara', que tem como definição primária “trazer à existência algo novo, algo que não existia antes”.[12] A proclamação de que Deus criou (bara') a totalidade dos céus é declarado sete vezes no Velho Testamento (Gênesis 1: 1, 2: 3, 2: 4; Salmo 148: 5; Isaías 40: 26, 42: 5, 45:18). Este princípio de uma criação transcendente é tornado mais explícito por passagens como Hebreus 11: 3, que afirma que o universo que nós, humanos, podemos medir e detectar foi feito daquilo que não podemos medir ou detectar. Além disso, Isaías 45: 5-22, João 1: 3 e Colossenses 1: 15-17 estipulam que somente Deus é o agente por trás da existência do universo. As afirmações bíblicas de que Deus antecede o universo e estava ativamente envolvido em causar certos efeitos antes da existência do universo não são encontradas apenas em Colossenses 1, mas também em Provérbios 8: 22-31, João 17:24, Efésios 1: 4, 2 Timóteo 1: 9, Tito 1: 2 e 1 Pedro 1:20.


Reivindicações Bíblicas a favor de uma Expansão Cósmica Contínua


A característica do universo declarada com mais frequência do que qualquer outra na Bíblia é ser "esticado" [com sentido de expansão]. Cinco diferentes autores da Bíblia escrevem tal declaração em onze versículos diferentes: Jó 9: 8, Salmo 104: 2, Isaías 40:22, 42: 5, 44:24, 45:12, 48:13, 51:13, Jeremias 10: 12, 51:15 e Zacarias 12: 1. Jó 37:18 parece ser o décimo segundo versículo a fazer essa afirmação. No entanto, a palavra usada lá para “céus” ou “firmamento” é shehaqîm, que se refere às nuvens de partículas finas (de água ou poeira) localizadas na atmosfera da Terra,[13] não os shamayim, os céus do universo astronômico.[14] Três dos onze versículos - Jó 9: 8, Isaías 44:24 e 45: 12 - deixam claro que só Deus foi responsável pela expansão cósmica. 

O que é particularmente interessante sobre os onze versículos é que diferentes formas verbais hebraicas são usadas para descrever a expansão cósmica. Sete versos - Jó 9: 8, Salmo 104: 2, Isaías 40:22, 42: 5, 44:24, 51:13 e Zacarias 12: 1 - empregam a forma do particípio ativo Qal do verbo natah. Esta forma significa literalmente “a expansão deles” (dos céus) e implica em uma expansão contínua ou ininterrupta. Quatro versículos - Isaías 45:12, 48:13 e Jeremias 10:12, 51: 15 - usam a forma perfeita Qal. Esta forma significa literalmente que a expansão dos céus foi completada ou terminada há algum tempo. 

Que a Bíblia realmente afirma que a expansão dos céus é “consumada” e “contínua” fica ainda mais evidente em Isaías 40:22. Lá encontramos dois verbos diferentes usados de duas maneiras diferentes. Na primeira das duas últimas linhas poéticas paralelas, “estende-se” é o verbo natah na forma de particípio ativo Qal. Na segunda linha (final), o verbo "desenrola" (NASB, NIV, NKJV) é mathah (usado apenas uma vez no Antigo Testamento) na forma waw consecutiva mais Qal imperfeita, para que possamos traduzi-la literalmente “E ele os desenrola.” Os particípios nas linhas um e três de Isaías 40:22 caracterizam nosso Deus soberano por Suas ações em todos os tempos, sentado no trono acima da terra e estendendo os céus, constantemente exercendo Seu poder criativo em Sua obra providencial contínua. Esta caracterização é continuada com referência ao passado por meio do waw consecutivo com o imperfeito, a forma conversiva indicando o ato completo de Deus de estender os céus. Ou seja, este versículo afirma literalmente que Deus continua a estender os céus e os estendeu. 

Esse aspecto simultaneamente concluído e contínuo do alongamento cósmico é idêntico ao conceito do big bang de expansão cósmica. De acordo com a teoria do big bang, no evento da criação de toda realidade da física (especificamente, as leis, constantes e equações da física), estas são instantaneamente criadas, projetadas e finalizadas de modo a garantir uma expansão contínua e ininterrupta do universo exatamente na proporção correta com respeito ao tempo para que a vida física fosse possível. 

Esta afirmação bíblica para os atos simultâneos de criação concluídos e contínuos, aliás, não se limitam apenas à expansão do universo. A mesma afirmação, por exemplo, é feita quando Deus estabelece os alicerces da Terra (Isaías 51: 3, Zacarias 12: 1). Esse relato é consistente com a descoberta geofísica de que certos elementos radiométricos de vida longa foram colocados na crosta terrestre há pouco mais de quatro bilhões de anos, nas quantidades certas para garantir a construção contínua dos continentes.[15]


Afirmações bíblicas que Apoiam o Resfriamento Cósmico 


Finalmente, a Bíblia argumenta indiretamente em favor de um universo ligado ao big bang, ao afirmar que as leis da termodinâmica, gravidade e eletromagnetismo operaram universalmente em todo o universo desde o próprio evento da criação cósmica. O princípio aqui é que qualquer sistema físico que se expanda continuamente sob a operação das leis da termodinâmica, gravidade e eletromagnetismo deve estar esfriando. Ou seja, deve ter sido muito mais quente no passado do que é no presente. 

Em Romanos 8:20, somos informados de que toda a criação foi submetida à "frustração" ou "futilidade" [vaidade]. O próximo versículo declara que toda a criação foi e atualmente existe em um estado de "escravidão para decadência" ou "escravidão para corrupção". Eclesiastes 1 e Apocalipse 21 também apóiam a conclusão de que todo o universo sofre de decadência progressiva. Gênesis 2 e 3 ensinam que o trabalho e a dor são parte da criação, tanto antes como depois da rebelião de Adão no Éden. Essa escravidão contínua à decadência descreve bem a segunda lei da termodinâmica, a lei da física que afirma que, à medida que o tempo passa, o universo se torna progressivamente mais desordenado, decadente e degradado. 

Em Gênesis 1 e em muitos lugares nos livros de Jó, Salmos e Provérbios, somos informados de que estrelas e organismos vivos existem desde os primeiros tempos da criação. Conforme explicado posteriormente neste livro (consulte o capítulo 16), mesmo as menores mudanças, sejam nas leis da gravidade, eletromagnetismo ou termodinâmica, tornariam impossível a existência das estrelas, que são necessárias para a vida física e a própria vida.


Fundamentos do Big Bang 


O fato de a gravidade, o eletromagnetismo e a termodinâmica serem consistentes com um universo contido no modelo do big bang não deveria ser surpresa para os cientistas. Conforme explicado no capítulo 5 deste livro, órbitas estáveis de planetas em torno de estrelas e de estrelas em torno do centro de galáxias são possíveis apenas em um universo descrito por três dimensões de espaço muito grandes em rápida expansão. 

Existem muitas teorias do big bang. O que todas elas compartilham em comum, no entanto, são três características fundamentais: (1) um início cósmico transcendente que ocorreu há um tempo finito, (2) uma expansão cósmica universal contínua e (3) um resfriamento cósmico de um estado inicial extremamente quente. Todas as três características fundamentais do big bang foram explicitamente ensinadas na Bíblia dois a três mil anos antes que os cientistas as descobrissem por meio de suas medições astronômicas. Além disso, apenas a Bíblia entre todas as escrituras das religiões do mundo expõe esses três fundamentos do big bang. As provas científicas para um universo como descrito pelo big bang, portanto, podem fazer muito para estabelecer a existência do Deus da Bíblia e a exatidão das palavras da Bíblia.


Guia do iniciante da cosmologia moderna do Big Bang 


A cosmologia do big bang se tornou um tópico explosivo. Reações acaloradas - e resistência grosseira – emergiram de direções opostas no século passado, mas, ironicamente, pelo mesmo tipo de razões: razões religiosas. Um grupo de oponentes do big bang inclui aqueles que entendem as implicações da teoria e o outro, aqueles que não entendem. 

As pessoas do primeiro grupo entendem que o big bang nega a noção de um universo não criado ou autoexistente. A teoria do big bang aponta para um começo sobrenatural e um Princípio com propósito (portanto pessoal), e transcendente (que está além dos limites de espaço, tempo, matéria e energia). Qualquer um que rejeite a realidade de Deus ou a capacidade do conhecimento de Deus, é claro, achará tal ideia repugnante, uma afronta à sua visão de mundo religiosa ou filosófica. Da mesma forma, essas implicações ofenderia qualquer pessoa que queira soletrar universo com U maiúsculo, alguém que foi treinado para ver o próprio universo como realidade última e como a totalidade de tudo o que é real. Novamente, uma resposta religiosa. 

As pessoas do segundo grupo odeiam o big bang porque pensam erroneamente que ele argumenta a favor e não contra uma teoria das origens sem Deus. Eles associam “big bang” com o acaso cego. Eles vêem a teoria do Big Bang como uma explosão aleatória, caótica e sem causa, quando na verdade a teoria representa exatamente o oposto. Eles rejeitam os dados recebidos a favor do início do universo, pensando que reconhecer alguns bilhões de anos é desacreditar a autoridade de seus livros sagrados, seja o Alcorão, o Livro de Mórmon ou a Bíblia. Compreensivelmente, essas pessoas prevêem a derrocada final da teoria ou escolhem viver com uma contradição no centro de seu sistema de crenças. 

Apesar da oposição de inimigos declarados, os fundamentos do modelo padrão do big bang, que na verdade é um agrupamento de modelos ligeiramente diferentes, permanecem firmes. Na verdade, o modelo permanece mais firme do que nunca com a ajuda de seus aliados mais potentes e importantes: os fatos da natureza e as maravilhas tecnológicas que os trazem à luz, assim como os homens e mulheres que buscam e relatam esses fatos. Os capítulos a seguir oferecem um resumo dos dados acumulados que dão suporte ao big bang.


Um termo problemático 


O big bang NÃO é um big “bang” [grande explosão] como a maioria dos leigos compreenderia o termo. Esta expressão evoca imagens de explosões de bombas ou dinamite explodindo. Esse “bang” [estrondo] produziria desordem e destruição. Na verdade, esse “bang” [estouro] representa uma liberação imensamente poderosa, embora cuidadosamente planejada e controlada, de matéria, energia, espaço e tempo dentro dos limites estritos de constantes físicas e leis cuidadosamente ajustadas que governam seus comportamentos e interações. O poder e cuidado que esta explosão revela, excede o potencial humano para design/planejamento em várias ordens de magnitude. 

Por que, então, os astrônomos manteriam o termo? A resposta mais simples é que os apelidos, para o bem ou para o mal, tendem a permanecer. Nesse caso, o termo não veio dos proponentes da teoria, mas, como se poderia imaginar, de um oponente hostil. O astrônomo britânico Sir Fred Hoyle cunhou a expressão na década de 1950 como uma tentativa de ridicularizar o big bang, o desafiante promissor de sua hipótese do “estado estacionário”. Ele se opôs a qualquer teoria que colocasse a origem, ou Causa, do universo fora do próprio universo, portanto, como ele próprio pensou, fora da esfera da investigação científica.[16] 

Por quaisquer razões, talvez por causa de sua simplicidade e seu caráter cativante, o termo pegou. Ninguém encontrou um rótulo abreviado mais memorável para a "expansão cósmica precisamente controlada de uma 'semente' cósmica quente infinitamente ou quase infinitamente compacta, trazida à existência por um Criador que vive além do cosmos." O preciso, porém carregado, deu lugar ao conveniente, mas enganoso.


Uma multiplicidade de modelos 


As primeiras tentativas de descrever o universo segundo o modelo do big bang, mais de uma dúzia de tentativas, mostraram-se sólidas nos traços simples e amplos, mas fracas nos detalhes complexos. Então, elas foram substituídas por modelos mais refinados. Os cientistas estão acostumados com esse processo de propor e refinar modelos teóricos. Repórteres de notícias - até mesmo escritores de livros - às vezes entendem mal e, inadvertidamente, deturpam o que está acontecendo. 

Os relatos da queda do “modelo padrão do big bang” ilustram esse ponto. Esse modelo, desenvolvido na década de 1960, identificava a matéria como o único fator que determina a taxa de expansão do universo desde seu ponto de partida. Também assumiu que toda matéria no universo é matéria comum, o tipo que interage de maneiras familiares com a gravidade e a radiação. Descobertas subsequentes mostraram que a situação é muito mais complexa. A matéria é apenas um dos determinantes da taxa de expansão, e um tipo extraordinário de matéria (chamada matéria “exótica”) não apenas existe, mas influencia mais fortemente o desenvolvimento do universo do que a matéria comum. 

O falecimento relatado do modelo do “big bang padrão” foi interpretado por alguns leitores como o fim do big bang. Ao contrário, as descobertas que contradiziam o modelo padrão deram origem a um modelo mais robusto, na verdade um conjunto de modelos tentando responder a novas questões. Mais de uma vez, à medida que cada um desses modelos era substituído por uma variante mais refinada, artigos de notícias anunciaram a derrubada da teoria do big bang quando deveriam ter especificado um novo modelo do big bang. 

Atualmente, cosmólogos (aqueles que estudam a origem e as características do universo) estão investigando pelo menos três ou quatro dúzias de novas variações do tema do big bang. Os cientistas esperam que ainda mais surjam, à medida que os avanços tecnológicos tornam novos dados acessíveis. Essa proliferação de modelos ligeiramente variantes do big bang na verdade fala da vitalidade e da viabilidade da teoria. 

Faz sentido que os primeiros modelos propostos fossem simples e incompletos. As observações naquela época, embora adequadas para apoiar os princípios fundamentais do big bang, foram insuficientes para explorar e explicar os detalhes. À medida que as evidências se tornaram mais numerosas e precisas, os astrônomos descobriram detalhes e sutilezas adicionais, características antes além de suas capacidades de discernir. 

Novos detalhes, é claro, significam "reconstruções" mais precisas do que o que realmente ocorreru "no início". Cada geração de modelos big bang mais novos e detalhados permite que os pesquisadores façam previsões mais precisas sobre o que deve ser descoberto com a ajuda de novos instrumentos e técnicas. 

À medida que cada onda de previsões se prova verdadeira, os pesquisadores ganham mais certeza de que estão no caminho certo e ganham novo material com o qual construir modelos mais precisos e intrincados. O teste desses modelos, por sua vez, dá origem a um novo nível de certeza e a uma nova geração de previsões e avanços. Este processo está em andamento há muitas décadas, e seus sucessos são documentados não apenas em revistas técnicas, mas em manchetes de jornais em todo o mundo. Vamos dar uma olhada.


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Fonte:


ROSS, Hugh. The Creator and the Cosmos: How the Greatest Scientific Discoveries of the Century Reveal God. Colorado Springs, Colo.: NavPress, 2001, pp 21-28


Tradução Walson Sales


Traduzindo trechos e buscando editoras interessadas nas publicações. “Examinai tudo. Retende o bem.” I TS 5:21.

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Notas:


[6] Arno A. Penzias and Robert W. Wilson, “A Measurement of Excess Antenna Temperature at 4080 Mc/s,” Astrophysical Journal 142 (1965): 419–421. 


[7] George Gamow, “Expanding Universe and the Origin of the Elements,” Physical Review 70 (1946), 572–573. 


[8] Edwin Hubble, “A Relation between Distance and Radial Velocity among Extra-Galactic Nebulae,” Proceedings of the National Academy of Sciences, USA 15 (1929): 168–173. 


[9] Georges Lemaître, “A Homogeneous Universe of Constant Mass and Increasing Radius Accounting for the Radial Velocity of Extra-Galactic Nebulae,” Monthly Notices of the Royal Astronomical Society 91 (1931): 483–490. o artigo original apareceu em Francês em Annales de la Societé Scientifique de Bruxelles, Tome XLVII, Serie A, Premiere Partie (April, 1927): 49. 


[10] Albert Einstein, “Die Grundlage der allgemeinen Relativitätstheorie,” Annalen der Physik, 49 (1916): 769–822. A tradução em inglês está em The Principle of Relativity de H. A. Lorentz, A. Einstein, H. Minkowski, and H. Weyl com notas de A. Sommerfeld e traduzido por W. Perrett and G. B. Jeffrey (London: Methuen and Co., 1923), 109–164. 


[11] Albert Einstein, “Kosmologische Betrachtungen zur allgemeinen Relativitätstheorie,” Sitzungsberichte der Königlich Preussichen Akademie der Wissenschaften (1917), Feb. 8, 142–152. A tradução para o inglês está em The Principle of Relativity, 175–188. 


[12] R. Laird Harris, Gleason L. Archer, and Bruce K. Waltke, Theological Wordbook of the Old Testament, vol. 1 (Chicago: Moody, 1980), 127. 


[13] Harris, Archer, and Waltke, vol. 2, 916. 


[14] Harris, Archer, and Waltke, vol. 2, 935. 


[15] Jack J. Lissauer, “It’s Not Easy to Make the Moon,” Nature 389 (1997): 327–328; Sigeru Ida, Robin M. Canup, and Glen R. Stewart, “Lunar Accretion from an Impact-Generated Disk,” Nature 389 (1997): 353–357; P. Jonathon Patchett, “Scum of the Earth After All,” Nature 382 (1996): 758; Hugh Ross, The Genesis Question (Colorado Springs, CO: NavPress, 1998), 31–33. 


[16] Fred Hoyle, “A New Model for the Expanding Universe,” Monthly Notices of the Royal Astronomical Society 108 (1948): 372